A entrada do imóvel — tipicamente 20% do valor — é o maior obstáculo do primeiro comprador no Brasil. R$ 60 mil a R$ 150 mil em cidades médias e grandes. Esta é a matemática honesta e o plano que funciona.
Quanto você precisa de entrada (+ custos)
| Valor imóvel | 20% entrada | ITBI (2-3%) | Cartório (~1%) | Total real |
|---|---|---|---|---|
| R$ 200.000 (MCMV) | R$ 40.000 | R$ 5.000 | R$ 2.000 | R$ 47.000 |
| R$ 350.000 | R$ 70.000 | R$ 8.750 | R$ 3.500 | R$ 82.250 |
| R$ 500.000 | R$ 100.000 | R$ 12.500 | R$ 5.000 | R$ 117.500 |
| R$ 800.000 | R$ 160.000 | R$ 20.000 | R$ 8.000 | R$ 188.000 |
Os 3 aliados do comprador brasileiro
1. FGTS
Pode ser usado na entrada do imóvel (CH Imobiliário ou FGTS Saque Imóvel). Verifique saldo em www.caixa.gov.br. Para quem trabalha CLT há anos, isso pode representar R$ 20 mil a R$ 80 mil.
2. Minha Casa Minha Vida (quando aplicável)
Subsídio direto (Faixa 1 e 2) que reduz o valor do imóvel ou da entrada. Para quem se qualifica, é o maior benefício do mercado.
3. Consórcio imobiliário
Sem juros (só taxa de administração ~15% total, diluída em anos). Funciona para quem pode esperar 2-10 anos para ser contemplado. Não é financiamento — é uma poupança coletiva com sorteio/lance.
🏠 Quanto guardar por mês para a entrada
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